quarta-feira, 10 de abril de 2013

A filha da mãe



Thammy contou que aos 24 anos decidiu que queria ser ela. "Queria ser feliz comigo mesma. Podia não fazer mais nada na vida. Podia fazer faxina, trabalhar no mercado. Porque me olhava no espelho e não me reconhecia", disse.

Ela disse que quando Gretchen descobriu que ela era gay, pensou que fosse uma forma de agredi-la ou de chamar atenção. "Aí conversei com ela e disse: "mãe, você acha que se pudesse escolher, ia escolher sofrer preconceito? Não tenho escolha. Nasci assim", lembrou.


UOL, 10/04/2013


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Resenha no "Goticity"



A Camila do blog “Tá na Nuvem”, agora "Goticity", fez uma resenha pra lá de bacana do livro: “A nova razão, de Ricardo Nascimento”. Aproveito esse espaço pra agradecê-la pela valorização do trabalho.
Leiam e comentem!

terça-feira, 2 de abril de 2013

Os humanos dos direitos humanos (parte 2)


Feliciano acha que o Brasil vive uma "ditadura gay" e relata que na Assembleia de Deus, "tem muitos casos de ex-gays".

É necessária uma lei para combater a homofobia? Ele acha que não. Se a lei for aprovada, teria de se fazer o mesmo para outras minorias -por exemplo, para quem é "caolho" ou "banguelo".

Contrário a manifestações públicas de carinho entre gays, o deputado acredita que os próprios homossexuais saberiam que se trata de algo inconveniente. Cita o caso de artistas mulheres se beijando em público para protestar. "Você viu algum artista masculino dar algum beijo na boca de outro artista masculino? Não tem. Por quê? Porque eles sabem que isso vai chocar a população. Porque um beijo feminino talvez choque menos".

Folha de São Paulo, 02/04/2013



terça-feira, 26 de março de 2013

Os humanos dos direitos humanos



-> Marco Feliciano é eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos
               

Após discussão, deputados saíram da sessão contra a eleição do pastor.

Parlamentar publicou em 2011 mensagens polêmicas sobre homossexuais.


G1, 07/03/2013




-> Lech Walesa diz que minoria gay "persegue e castiga" heterossexuais

 Walesa, [prêmio Nobel da Paz em 1983 e ativista de Direitos Humanos] considerado
o herói na luta contra o comunismo e símbolo da chegada da democracia à Polônia, disse há algumas semanas que os homossexuais "deveriam se sentar na última fila do Parlamento ou até mesmo atrás de um muro", e não pretender impor suas posturas minoritárias frente à maioria da população.

UOL, 26/03/2013


sábado, 16 de março de 2013

Projeto da "bomba gay"


Sim, meus caros, é pura realidade! A teoria do Heitor tem embasamento "científico".




O projeto, teorizado em 1994 pelo laboratório Wrigth, da força aérea dos EUA, inclusive ganhou o prêmio IgNobel em 2007, na categoria PAZ. Só lendo pra acreditar...



domingo, 6 de janeiro de 2013

Livro lançado!


Depois de muita luta, tá aí o filho!




Comprem AQUI.

Pense numa pessoa feliz xD

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Enredo


Em um futuro incerto, os homossexuais serão a maioria da humanidade. Com essa nova conformação social, uma nova moral surgirá, e os heterossexuais passarão a ser mal vistos, numa clara inversão dos papéis a que estamos acostumados. A nova razão conta a história de Lúcia, uma garota “normal” envolta em inquietações, que está insatisfeita com seu namoro com Letícia e com a ausência de um pai, mesmo que uma de suas mães, a religiosa Erínia, faça de tudo para “parecer um homem”. Ao se aproximar de seu patrão, o psicanalista Marcelo, ela descobrirá as ideias de Freud, espantando-se com as conjecturas feitas por Marcelo sobre a atual realidade social e com as revelações sobre seu inconsciente e sobre sua própria identidade que a psicanálise fará: a linguagem oculta e perigosa de seus sonhos, sua relação conflituosa com Erínia e muito próxima a Amanda (a outra mãe), seus desejos secretos... E quando o sobrinho de Marcelo, o inconsequente Eros, vem morar com o tio, expulso da casa do pai, os desejos latentes se tornam manifestos, e mais fortes e incontroláveis do que nunca. Mas realizar esses desejos será extremamente difícil para os dois, seja pela pressão da sociedade adepta de uma nova razão, pela repulsa das mães de Lúcia, que não aceitam uma filha heterossexual, pelo ciúme de Marcelo, que se apaixona pela garota, pela perseguição da polícia, quando uma lei contra os heterossexuais é aprovada, pela nova vida que serão obrigados a levar como fugitivos, ou ainda por fatos desconhecidos do casal, que mostrarão que a relação de Lúcia e Eros é muito mais complexa do que parece.